PRÊMIO MESTRE CULTURA VIVA DE PINDAMONHANGABA

PRÊMIO MESTRE CULTURA VIVA DE PINDAMONHANGABA

Post selecionados prêmio mestre cultura viva 2022

Edital Mestre Cultura Viva 2022

Anexos Edital de Mestre 2022 - Inscrição

Ata de Análise da Comissão de Seleção Edital de Mestres 2022

MESTRES CULTURA VIVA 2022

Paulete Correa de Souza Pereira - Mestre Artesã

Paulete, nascida em 1939, iniciou seu gosto pelo artesanato em casa, com sua mãe Geralda Ribeiro. Em 2020 passou a ser professora de Patchwork, das mais diversas técnicas. Participou de Feiras de artesanato em Pindamonhangaba, Francisco Beltrão-PR e Pato Branco-PR e também do Revelando Sã Paulo. Lecionou também cestaria em jornal, em diversos bairros da cidade. Entre os anos de 2008 e 2018 morou no Paraná, onde fez parte da Associação dos Artesãos de Pato Branco. Foi delegada na 3ª Conferência Nacional de Economia Solidária em Brasília e desde seu retorno à Pindamonhangaba participa do ArteEncanto, projeto do Fundo Social de Solidariedade do município, onde durante a pandemia, confeccionou máscaras te tecido. Em 2020, com a ajuda de suas filhas, foi selecionada no Edital Linguagens Artísticas, do Departamento de Cultura da Prefeitura, com o Projeto Retalhos de Anjos, um documentário que contou a história dos seus vestidos plissados de anjo. (https://youtu.be/FS2WG-7G6sc)

Márcia de Fátima Miranda – Mestre Artista Plástica

Márcia, nascida em 1.960, é desenhista autodidata. Desde sua infância demonstrou interesse para seguir o caminho das artes. Aos 08 anos, com o incentivo de seus Professores, participou de concursos de desenho, tendo ganhado seu primeiro prêmio, medalha de Honra ao Mérito em ocasião de data comemorativa “Sabiá laranjeira”, ave símbolo. Com o apoio de seus pais, continuou os estudos, não deixando de lado seu sonho de ser “Desenhista” ou “Artista plástica”. Aos 14 anos, no ensino fundamental, conheceu seu Mestre e grande incentivador, que a acompanha até hoje, Vitor Cesarino Braga, professor de desenho artístico, quando então, passou a fazer cartazes ilustrativos, painéis em datas comemorativas, ganhando com isso aprimoramento dos traços, conhecimento de materiais (tintas, texturas) de percepção de espaço e perspectiva, bem como técnicas de desenho e pintura. Fez alguns cursos de pintura em gesso, pintura à óleo sobre tela (todos informais/livres). Trabalhou com a confecção de painéis decorativos pintados à mão (temas carnavalescos) durante 4 anos, nas festividades do Carnaval da cidade de Santa Branca, onde participou ativamente da Casa do Artesão, com pintura em tecido, em gesso, cerâmica, arranjos florais. Em 2003, mudou-se para Pindamonhangaba e logo se cadastrou junto ao Departamento de Cultura de Pindamonhangaba, para atuar como artista plástica (pintura à óleo sobre tela) tendo participado de vários eventos.

Adão José Santos (Adão Silvério) - Mestre Artista Plástico

Adão José Santos, conhecido no meio artístico como Adão Silvério, pseudônimo que adotou por volta de 1962 devido a sua família que vem toda de Silvério, nasceu em 1942 em Redenção da Serra e mora em Pindamonhangaba desde 2018. Iniciou na pintura em 1965 tendo desde sua infância interesse pelo desenho, incentivado por Mestre Justino. Pintor primitivista autodidata, pinta com seu estilo Naif, característico do homem interiorano, com festas e danças folclóricas, monjolos, rodas d’água, engenhos e tradições. Participa de exposições desde 1965, período em que lhe foram concedidos vários prêmios.

Suas obras foram expostas em diversos Salões de Artes, já teve calendários publicados com sua arte na BASF, participou de concursos de Design, em 1987 publicou o livro chamado “Os 14 Pintores do Vale”, que teve outras publicações em 1988 e 1991. Em 2006 participou da Bienal de Arte Naif. Lecionou aulas de Pintura Naif para adultos e crianças e também aulas de artes plásticas com enfoque em confecção de figuras de argila.

Izaura Corrêa Soares da Silva – Mestre Artesã

Izaura, nascida em 1945, é artesã e filha do artista Alarico Corrêa Leite. Dona Izaura se espelhou principalmente no seu pai Sr. Alarico Correa Leite e seus irmãos que faziam esculturas em madeira, pintura em argila, pintura a óleo em tela, em seu sobrinho Marcelo Denny que era escultor, poeta, ator... A principal inspiração da sua vida foi a sua família, tendo a arte sempre presente; seja quando ajudava o pai nos trabalhos com papietagem e papel machê, nos artesanatos ou na arte de ensinar.

Artesã de biscuit e pintura em tecido há mais de 20 anos, atualmente seu trabalho está direcionado ao mundo infantil, com pinturas em fraldas e confecções de acessórios para bebês. Participa de ações da prefeitura de Pindamonhangaba, desde 2005 ministrando aulas de biscuit e em exposições.

Trabalhou com arte no papel vegetal, arte de pintura a óleo, crochês e biscuit. Ingressou no estado no 1981 como Professora de Alfabetização e desde de sua aposentadoria no ano de 2003, se aprofundou na arte, pois tinha mais tempo para se dedicar ao que mais amava nesta vida.

 João Paulo Ouverney – Mestre da Trova

 Ouverney, nascido em 1951, compõem e ensina a modalidade poética Trova. É poeta, jornalista e escritor, divulgando a história de Pindamonhangaba em prosas e versos, paixão adquirida em 1992, quando começou a participar de concursos municipais, regionais, estaduais e nacionais, tendo como referência o Mestre da Cultura Viva, Walter Leme, o Dr. José Valdez Moura, o Sr. Izo Goldman e a D. Elisabete Cruz. Foi fundador e vice-presidente da UNT – União Brasileira de Trovadores, seção de Pindamonhangaba, por mais de 20 anos.

 

 

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Edital Mestre Cultura Viva

Anexos Edital de Mestre

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O Edital de Concurso Cultural, intitulado Prêmio Mestre Cultura Viva de Pindamonhangaba, busca instituir uma política de transmissão dos saberes e fazeres de tradição oral em diálogo com a comunidade, para o fortalecimento da identidade e ancestralidade do povo brasileiro por meio de reconhecimento político, econômico e sócio cultural daquelas pessoas consideradas Mestres de tradição oral.

Este prêmio é parte integrante das estratégias de ações previstas no Plano Nacional de Cultura, na Lei Orgânica Municipal, no Sistema Municipal de Cultura e no Plano Municipal de Cultura, que propõem a criação de políticas de transmissão dos saberes e fazeres das culturas populares e tradicionais, por meios de mecanismos de reconhecimento formal dos mestres populares e circulação de seus saberes e fazeres.

Edital de Mestres – Selecionados em 2021

 

 

* ANTONIO JOSÉ AZEREDO SALGADO*

NENA DA VIOLA

Mestre C ompositor, Violeiro, Percussionista e Contador de Causos

 NENA DA VIOLA, hoje com 71 anos é nascido em Pindamonhangaba. É um compositor nato e suas criações passeia do samba na Viola Caipira, passa pela toada e chega com força no RapSambaRock.

Faz misturas aparentemente fora do convencional, mas que desperta o ritmo do corpo e aflora as asas da mente. Músicas para entender e sentir com o ouvido e o coração.

 

 

* BENEDITO MARCELINO *

CEBOLA

Mestre do Artesanato em lata

Mais conhecido como “CEBOLA” aprendeu o oficio com o pai que foi funcionário da Estrada de Ferro Central do Brasil e, nas horas vagas, para complementar a renda da família, trabalhava como funileiro, “seu Dito Canequeiro”.

Hoje, para completar a renda, o "Cebola” conserta panelas, leiteiras e, como hobby, ainda faz as canecas de lata e lamparinas mantendo a tradição.

 

* JARBAS DA SILVA *

Mestre Marcineiro

Pindamonhangabense, hoje com 85 anos, aprendeu o oficio com os marceneiros da Estrada de Ferro Central do Brasil que iam trabalhar em sua casa com seu pai era chefe da estação em Moreira Cesar, ele observava e se interessava pelo trabalho e começou a ajudar esses marceneiros. Assim foi se apaixonando pelo trabalho em madeira, o que o levou a estudar no Núcleo de Ensino Ferroviário de Pindamonhangaba, onde recebeu o diploma de Marceneiro.

Logo começou a trabalhar em marcenaria até que se tornou proprietário da Marcenaria Esperança, e lá ficou até se aposentar.

Lecionou na Escola Técnica João Gomes de Araújo onde montou uma oficina de marcenaria e deu aula da técnica até a prática, formando inúmeros marceneiros.

Hoje ainda exerce a função de marceneiro no quintal de sua casa, fazendo, principalmente, pequenos trabalhos artísticos.

 

* SOLANGE AUGUSTO VEROL NOGUEIRA *

Mestre Artesão em FUXICO

Solange, carioca de nascença e pindense de coração, hoje com 79 anos ainda trabalha com o artesanato.  Aprendeu a bordar aos 6 anos de idade, com a mãe que foi bordadeira profissional.  Ao passar do tempo houve variações de bordados e Solange sempre se aperfeiçoando, fez muitos cursos e oficinas. Também aprendeu a fazer crochê com a mãe e fez muitas roupinhas para boneca.

O bordado de aplicação veio logo em seguida em toalhinhas para colocar em cima de móveis de sala de jantar ou de lencinhos para bolsas.

O que mais gostava de fazer era capa de cadernos e livros.

Os panos de prato com aplicações de Nossa Senhora de Aparecida surgiram quando ela viu um peso de porta com a Nossa Senhora de Aparecida. Em 1976 conheceu a história do Divino (pombinha) e usou nos enfeites inicialmente de gesso, mas logo começou a fazer de argila pois desde o ginásio já dominava esta técnica.

Também trabalha muito com pintura em tecido, em vidro, madeira, cerâmica, cabaça... também aprendeu a fazer o fuxico, pois foi atraída ao ver na cama uma colcha deste material.

Fez muita pesquisa para conhecer a variedade de fuxicos até que se encantou com os trabalhos feitos em fuxico em São Luiz do Paraitinga.

Fez um projeto para a SUTACO e foi aprovada em 1º lugar para dar aulas de fuxico em São Paulo, mas não pode ir por problemas familiares, mas, sempre que alguém quer aprender está pronta para ensinar.

Aplica o fuxico em bolsas, porta papel higiênico, roupas, chapéus, uma variedade sem fim de utilidades.

 

* LUIZ CARLOS CARDOSO *

 Mestre Criador, e responsável pelo Domingão Sertanejo.

Pindamonhangabense hoje com 71 anos, amante da cultura e do folclore brasileiro. Sempre trabalhando em prol da manutenção da arte tradicional em nossa cidade tem como principais feitos o Encontro de Duplas e Trios Sertanejo, realizado em frente à Igreja São Benedito (1964), o Festival de Música Sertaneja (1969), Os Maiorais do Sertão (1970) com apresentação de artistas Sertanejos de toda a Região do Vale, o evento Encontro de Grupos Folclóricos (1973) e o Domingão Sertanejo (1987). Fez as homenagens ao cantor Francisco Alves – o Rei da Voz, por muitos anos, com a Noite da Seresta, sempre em setembro, mês do falecimento do cantor no trecho de Pindamonhangaba da Rodovia Presidente Dutra e também a Cantoria no Tumulo do Mazzaropi no Cemitério Municipal, sempre em abril, em homenagem ao artista Amacio Mazzaropi, enterrado neste município.

O DOMINGÃO SERTANEJO só deixou de acontecer neste período da pandemia, mas já está se preparando para voltar, com apresentações de cantores, duplas, trios, grupos sertanejos de todo o Vale do Paraíba, aos domingos no período da manhã, no Espaço Cultural Luiz Carlos Cardoso – Cardosão, na Praça da Liberdade  

 

 

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Edital de Mestres 2020 – Selecionados

*SERGIO CALLIPO*

Mestre Escultor de Figuras em Barro

Paulista, com 65 anos, criado no Bairro da Mooca, é autodidata, suas obras estão distribuídas por vários países, como França, Alemanha, Espanha, Itália, Portugal e outros. Em Pindamonhangaba possui vários monumentos, dentre eles o Amácio Mazzaropi, da rotatória do Mazzaropi, um São Benedito na Paróquia de Nossa Senhora da Assunção, dentre muitas outras obras. Em sua longa carreira artísticas, já ministrou aulas de modelagem e argila na Faculdade Santa Cecília, no Cerâmica, Bosque da Princesa e Museu. Atualmente está voltado para a Arte Sacra, o que não lhe impede de esculpir o que lhe for solicitado.

*BENEDICTA CORREA DE JESUS PRADO*

 

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Edital de Mestres 2019 – Selecionados

*PEDRINHO SORVETEIRO*

Pedro do Prado

Mestre de Folia de Reis

Teve seu primeiro contato com a Folia de Reis acompanhando seu pai folião nas cantorias. Já doente, o pai lhe pediu     para     que não deixasse o festejo acabar. Seu Pedro teve contato com outros mestres da cultura popular, mas foi com sua esposa e amigos que cumpriu o prometido ao pai - continuar a celebração da Folia, iniciando, em 1995, o grupo Folia de Reis do Vista Alegre.

*TUNICA*

Antônia Ferreira da Silva

Mestre Artesã

Ainda menina, Tunica desenvolveu seus dotes artesanais em Riacho dos Machados - MG, onde nasceu. Sua primeira obra foi um giramundo que aprendeu ao observar a prima. Autodidata, aprendeu a fazer ponto cruz, bonecas, fuxico e outros artesanatos, destacando-se  por sua criatividade na confecção de saias, colares e sandálias de material reciclável e por disseminar seu conhecimento de forma voluntária em entidades assistenciais.

*SEU MARINO*

Marino Ferreira de Melo

Mestre de Brinquedos de madeira

Marino foi criado no Haras Paulista, onde teve um infância simples, e pra brincar fazia seus próprios brinquedos. Lata de óleo, e sabugo de

milho foi seu primeiro invento. Os amigos começara a requisitar os préstimos de Seu Marino que foi fazendo, carrinhos, caminhões, carros de boi, trens, bondes e muito mais. A partir daí, não parou mais de fazer brinquedos.

*DONA MARIA DE OLIVEIRA*

Maria de Oliveira

Mestre Feitio de azeite de mamona

Moradora do Ribeirão Grande, é detentora de muitos conhecimentos sobre    técnicas artesanais de produção de doces,   alimentos, remédios e o azeite de mamona.

Segundo Dona Maria, quando se esta fervendo o azeite, pessoas de olho gordo podem colocar tudo a perder ao olharem para a panela ou mesmo se falarem palavrões. Para evitar, a mestre coloca uma cruz de palha ao lado da panela.

*ZÉ   SANTEIRO*

José Soares Ferreira

Mestre Escultor

Ainda criança despertou-se para a arte  da escultura. Enquanto sua mãe lavava roupa na bica, Zé  brincava com      argila      e  esculpiu sua primeira obra, a imagem de Nossa Sra Aparecida. Mudou-se para São Paulo onde iniciou-se no trabalho artístico. Já casado e em Pinda obteve reconhecimento, criando o tradicional presépio da Praça da Cascata e os personagens de Monteiro Lobato no Reino das Águas Claras. Suas obras estão por várias localidades do município.

 

 

Mestre de Folia de Reis

Dona Benedicta, hoje com 76 anos, conheceu seu marido em cantorias e festejos de Folia de Reis, há mais de 60 anos. Juntos formaram uma dupla sertaneja onde tocaram também em festas e eventos. Em 1995 criaram a Folia de Reis do Vista Alegre e percorreram muitos bairros da cidade, como o Ribeirão Grande, Feital, Jd. Eloyna, Centro, Crispim, Alto do Cardoso, Piracuama e o Distrito de Moreira César, atendendo a pedidos do Natal  ao dia de Santos Reis, transmitindo muita fé e alegria, entoando Folias “enquanto Deus der energia”, conforme afirma Dona Benedicta, cantora, tocadora de triângulo e bandeireira no grupo.

*WALTER LEME*

Mestre de Marchinhas

Nascido em São José dos Campos, Walter Leme, agora com 71 anos é escritor, poeta, empresário e, quando aos 19 anos começou a pesquisar e estudar a história das marchinhas, passou a ser também compositor de Marchinhas. Algumas de suas obras são: “Vou para Pindamonhangaba”, “Fica só quem quer”, “A marcha do chifrudo’, “Festa no Céu” e “É Carnaval”. Ganhou muitos concursos de marchinhas e também ajudou a criar, em 1971, o Festival de Marchinhas Carnavalescas de Pindamonhangaba, evento que acontece até hoje em nosso município. Festivais como esse difundem a cultura das marchinhas, trazendo alegria e diversão para toda a família.

*YOLANDA VINAGRE*

Mestre Acordeonista

Dona Yolanda nunca estudou música em escola formal, aprendendo a tocar olhando o seu irmão Stephano Eugênio. Sua vida foi de muita labuta na roça, onde lidou desde cedo com plantação e gado.  Sua diversão eram os bailes e encontros para tocar e cantar. Com muito orgulho de sua origem rural, Dona Yolanda criou seus filhos com muita luta onde o acordeom e a música sempre foram uma forma de alegria e satisfação. Hoje aos 85 anos, perdeu seu marido e dois de seus filhos, mas se orgulha em ser a matriarca de uma família de músicos e pessoas da lida rural.

*MARIA TEREZA DE JESUS TEIXEIRA*

Mestre Benzedeira

  1. Tereza começou a benzer ainda criança no Bairro do Goiabal, aprendendo com sua mãe, que aprendeu com sua avó as orações. Sua mãe a ensinou a benzer utilizando um copo de água e brasa de fogo. Se a criança estivesse com quebrante, a brasa afundava. No entanto, só depois de casada ela aprendeu a benzer também “bicha”, quebrante, ódio, inveja, ambição, malefícios e espíritos ruins, usando um ramo de arruda, alecrim ou guiné, em alguns casos indica também banhos ou chás. Já perdeu as contas do número de pessoas que já foram bentas, suas orações atravessaram gerações, onde atendeu crianças que quando cresceram levaram seus filhos, netos e bisnetos. Atualmente só atende crianças, parou de atender adultos porque estes exigem mais força, concentração, orações mais fortes e isso lhe causa muito cansaço. Dona Tereza, em seus 86 anos de vida, nunca cobrou nada para benzer ninguém, sempre benzeu por amor, carinho, compaixão e fé. Fé essa que a emociona ao falar, que não se explica, se sente.

 

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