PSF Cidade Jardim e Escola Ângelo Paz desenvolvem ação de conscientização sobre proteção infantil para mais de 400 crianças
O PSF Cidade Jardim, em parceria com a Escola Municipal Dr. Ângelo Paz da Silva, desenvolve há quatro anos um importante trabalho voltado à conscientização, proteção e cuidado infantil. A iniciativa, idealizada pelas Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) Magalli Augusta dos Santos Schimaland e Simone Aparecida Neves dos Santos, utiliza atividades educativas e lúdicas para orientar as crianças sobre segurança, respeito ao próprio corpo e prevenção de situações de abuso.
No meio de maio, foram realizadas palestras e atividades educativas com os alunos da unidade escolar, alcançando mais de 400 crianças. Durante os encontros, os participantes aprenderam, de forma leve e adequada à faixa etária, sobre o conceito do “Semáforo do Toque”, metodologia que auxilia as crianças a compreender quais tipos de contato são seguros, quais exigem atenção e quais não devem acontecer.
A proposta ensina, de forma acolhedora, que cada criança possui o direito ao respeito, à proteção e à segurança. Além disso, o trabalho reforça a importância do diálogo com pais, responsáveis e pessoas de confiança, incentivando as crianças a falarem sempre que alguma situação causar desconforto, medo ou tristeza.
A professora corresponsável da Escola Municipal Dr. Ângelo Paz da Silva, Patrícia de Freitas Duarte Fernandes, destacou a relevância da iniciativa dentro do ambiente escolar. “A escola tem um papel essencial na formação e proteção das crianças. Trabalhar temas como esse de maneira adequada fortalece a confiança, promove informação e cria um ambiente ainda mais seguro para nossos alunos”, ressaltou.
Segundo as idealizadoras, o principal objetivo da ação é fortalecer a autoestima, a autonomia e a segurança das crianças, criando espaços de escuta, acolhimento e prevenção. O projeto também reforça a integração entre saúde, educação e família, ampliando a rede de cuidado desde a infância.
Desenvolvido de forma contínua ao longo dos últimos anos, o trabalho já é reconhecido pela comunidade escolar como uma importante ferramenta de conscientização e proteção, mostrando que informação, diálogo e ações preventivas podem fazer a diferença na construção de ambientes mais seguros para as crianças.
