FUNDO SOCIAL

Município deve ganhar Farmácia Solidária
19/05/2017 - 16h50

  

Complementar a distribuição de medicamentos é uma das propostas do projeto

 

Desenvolvido pelo Fundo Social de Solidariedade, o projeto “Farmácia Solidária” tem por objetivo principal complementar o programa de distribuição gratuita de medicamentos da Secretaria Municipal de Saúde. Além disso, a orientação sobre o descarte correto de remédios e sobre os riscos da automedicação estão entre as propostas do projeto – que tramita na Câmara de Vereadores de Pindamonhangaba.

“Em janeiro, estivemos no município de Ribeirão Preto para conhecer um projeto semelhante a este que eles desenvolvem lá, e ficamos entusiasmados com o fluxo e a procura, e claro, com a resolução dos casos”, conta a presidente do Fundo Social de Pindamonhangaba.

Como funcionará

Qualquer munícipe poderá pegar remédios na “Farmácia Solidária”, basta ter em mãos uma receita vigente. Todo o medicamento da farmácia será obtido por meio de doações de empresas farmacêuticas, laboratórios e até de pessoas que não estão mais tomando certo medicamento que já tem em casa, e que ainda esteja dentro do prazo de validade e lacrado.

Vale lembrar que esses remédios são aqueles solicitados pelos médicos, mas que não fazem parte da “cesta básica” de medicamentos da rede. Isto é, o paciente teria que comprar.

Parcerias

Para o funcionamento da farmácia, o projeto contará com um farmacêutico – professor de universidade da região que tenha o curso de Farmácia em sua grade –, além de universitários, dentro do programa de estágio assistido.

A ideia é que a farmácia piloto funcione em um espaço na região central da cidade para facilitar o acesso dos usuários.

“Já existe um local em estudo, mas precisamos alinhar algumas questões específicas”, afirma a presidente. “É bom ressaltar que esta parceria com universitários fortalece o programa de estágio, dando oportunidade prática para esses futuros profissionais”. 

Em Ribeirão Preto, a “Farmácia da Gente” realiza cerca de 300 atendimentos diários e a economia para a saúde pública gira em torno de R$ 4 milhões por ano.

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