SAÚDE

Pindamonhangaba permanece com atendimento municipalizado de emergência
24/02/2017 - 12h47


Pindamonhangaba vai permanecer com os serviços de atendimento de urgência e emergência, por meio do Emercor, que já atende a cidade desde junho de 2012, e a Clínica Médica Vale Guaratinguetá. No total, são três ambulâncias, sendo uma ativa e uma reserva da Emercor e uma UTI da Clínica, prontas a atender as ocorrências dentro do município.

Em média, são 450 atendimentos mensais, com investimento da Prefeitura de R$ 125 mil. O serviço inclui ainda profissionais e médico na central de regulação, enfermeiro e técnico de enfermagem. O atendimento é 24 horas, com telefonistas de emergência além da equipe de atendimento de Pinda.

Como a cidade já conta com este atendimento, e não dispõe de verba no orçamento para manter outro serviço semelhante, Pindamonhangaba está encerrando, até o final de fevereiro, a participação no Cisamu - Consórcio Intermunicipal do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Atualmente, o custo para se manter no Consórcio é de R$ 4,8 milhões por ano e ele atende a uma média de 324 pacientes por mês, no município.

"Nunca tivemos a intenção de sair do Samu. Ocorre que o método utilizado pelo colegiado (Consórcio) encareceu muito os custos. Fizemos um estudo orçamentário para tentativas de remanejamento de verba para suprir os custos do Samu, mas infelizmente o município não conta com esse recurso", explicou a secretária de Saúde, Valéria dos Santos.

A secretária destacou, ainda, que foram feitas propostas em quatro reuniões, dentro da viabilidade econômica do município. "Foi proposto o pagamento aproximado de R$ 215 mil por mês para nos mantermos no Samu. Porém todas as ofertas foram recusadas. Assim, para a redução dos custos, seria necessário novo modelo de gestão. Por exemplo, o modelo fundo a fundo, ou seja, sem a necessidade de consórcio", ressaltou.

O serviço de atendimento de urgência e emergência continua através do telefone 192. 

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